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16 de junho de 2012

Anistia do coração.


Esvaiu-se o que por encanto era tão notório,
A beleza da pureza inocente
Dissipou como os vidrilhos espalhados pelo chão.
Grita a saudade,
Chora alma
E o coração?
Ah, o coração que dantes batia
Agora insisti em apanhar
Pela anistia de um dia voltar amar.

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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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