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7 de junho de 2012

O abismo do destino em sua beleza.



Coisa de alma, de pele, de química (...).
Chama que arde sem doer,
Fogo acesso pelo o olhar
 Sustentado pela a voraz paixão.

Coisa tempestuosa que não acalma,
Que devora a razão sem perceber,
Impossível de controlar
Aquilo que traga e consome o coração.

Coisa invisível e abstrata,
Força de instinto que move a natureza,
Coisa que nem Freud explica
Pelo o abismo do destino em sua beleza.

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