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30 de junho de 2012

Sem platonismo.


Por versos híbridos e proibidos despi toda a vergonha em uma noite quente sobre a luz do luar. Arranhei acordes de harpa, cantei serenata aspirando sorrisos e deliciando frangancias de damas prontas a amar. Palavras certas me vinham à boca e por horas teus ouvidos permaneceram afinados a tom da minha voz. Foram momentos indivisíveis que ficarão marcados por toda nossa vida. O silencio que agora ecoa permanece intacto sobre olhares apaixonados. Estrondosamente o amor conservar-se puro e livre do platonismo.

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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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