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10 de junho de 2012

Tudo para não cometer os mesmos erros.


Corri pela noite sem perceber meus passos e tropecei pelos os versos que na saga não entendi, me perdi entre os sonhos que romperam ao chegar à luz do dia, e com todas as incertezas meu coração acelerava pela a pressa ao ponto de sentir câimbra dos pés à cabeça. Desamarrei os cadarços e descansei sentando embaixo de um arvoredo. Como um profeta conversando com os passarinhos cantei uma prece pelas as mulheres que não têm o amor que tanto merecem.


As asas batem, plainam, vão e vem...
Pudera tanto o que se quer
Na serena calma
Pela a fé que é.

A mais de um mês que não vejo a estrela irradiar luz sobre minha flor, faz tempo que sinto apenas e não paro para escrever uma carta de saudade. As vezes o parto dos sentimentos me torturam pelas as fotografias e pelas  lágrimas que descem como cachoeiras de lamento para dentro. Tudo isso me faz refletir, levantar a cabeça, seguir em frente e tomar cuidado para não cometer os mesmos erros.


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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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