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8 de julho de 2012

Espelho, baú e mulher.



O amor que desnuda a virgindade
Pelos os versos belos e serenes,
És uma bela princesa de olhar puro
Em uma face escaldada pelas fases da lua.
O clamor sanguinário volátil ao vento
Permanece frente ao espelho
E por direitos nevoados
Desperta a vontade que jaz adormecida.
Beijos por mil faces
Como um tesouro guardado no baú,
Nisto, há mais sentidos em teses
Na alegoria que componho
Por amor a minha amada mulher.


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