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28 de julho de 2012

Mulher d'lubria {sic}.


A veemência que se expõe
E que agora se decompõe em sussurros
De gozos a flor da pele
É como o amor no ápice do seu apogeu.
Seria redundante
Se apesar disso o desejo não abastece
O anseio de querer sempre mais e mais.
Dera-me teu coração
E assassinaste o meu
Por desejar sempre o teu.
Desfia depressa sobre o meu peito
A tua lubricidade de mulher
Que sabe o quer
E não tem infâmia de amar sem pudor.



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