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11 de setembro de 2012

O acaso que assombra o destino abrigando demônios.
















O acaso que assombra o destino abrigando demônios;
Acolhe-se entre as sombras para desviar-se a fanal...
Abençoado pela a causa do tempo
E amaldiçoado a mercê da estória.
Repousa almas sem aparições
E nunca se pronuncia a respeito.
Ele que mata e nunca faz reviver,
Que faz acontecer e não explica “porque”.
É implacável, invariável, de mistério incognoscível,
Sem razão e sem sentimentos (...).

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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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