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4 de outubro de 2012

Quem perde tempo em julgar, simplesmente não tem tempo para amar.




Eu que ando e não corro; que te amo e não presto; que quase morro quando não está por perto. Deixe viver, deixe ficar, deixe estar como está! Deixa ser sempre assim (...). Quando se tem paz todos os dias são iguais. Vai e me deixe – quem sabe um dia volte? Quem sabe um dia eu ainda lhe queira de volta? Não sei, mas pouco provável querer menos do que se tem. Liberdade eu conheço, livre arbítrio não tem preço. Calma, não se espante! Cada momento tem seu tempo, cada instante seu diamante. Mais que saudade é a dor no peito que vai, volta e torna ao mesmo lugar. Pudera não lembrar mais agora da vontade que acabei de deixar pra lá. Não preciso e você não precisa se explicar, seja como for quem perde tempo em julgar, simplesmente não tem tempo para amar.





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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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