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24 de dezembro de 2012

Maroga de argan




Não sei de onde vem,
Nem para onde vai.
Como um verso perverso meu universo insiste e existe persistindo sem orbita.
Coisas poucas, coisas loucas...
Mentiras que alimentam a vida e nos fazem caminhar sozinho.

Drama é pouco?
Que tal uma dose de loucura, fé e terror?
Sabe bem que o orgulho é mais cego que o amor,
Que as doses de whisky são tão generosas
Quantos os beijos de Maria Madalena.

Queria escrever um filme pelo qual fui ator cuadvante dele,
Gostaria de contar uma historia que daria para escrever mil livros,
Seria um titulo por um legado de glória e desilusão,
Como um verbo no futuro do pretérito
A vida me propôs a esquecer o que teria imaginado viver.








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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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