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13 de janeiro de 2013

O canto da beleza, ou o que é indigesto.



Torno-me, e vou, e canto, e amo, e sofro, e caio, e torno a levantar...
Quantas vezes? Quantas vezes forem necessárias!
Conheço bem minhas virtudes
E também sei das minhas limitações.
Sei que sou diferente,
Contudo, isso não me faz melhor e nem pior que ninguém.
Odeio hipocrisia, falsidade e injustiça
Assim como não consigo digerir fígado com cebola.
Amo a poesia assim como aprecio o perfume das rosas
E a beleza das mulheres.





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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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