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9 de março de 2014

Três mulheres; um homem; quatro vidas e um destino, ou Eva, Lilith, Maria Madalena e eu.





Amei três mulheres ao mesmo tempo
Com a mesma intensidade
Mas de formas diferentes.

Uma era virtuosa,
A outra era uma espécie de anjo e demônio na mesma pessoa,
E a outra não descobri ainda quem ela é.

Amei um demônio
E fui amado por uma mulher santa.
Mas, só descobri o que é amor no beijos de uma mulher profana.

Com elas aprendi que a vida deve ser vivida com veemência, Com ardor, Com dor, com lagrimas, com afeto, com semblantes, com abraços, com dificuldades, com alegria, com temor, com paixão, com poesia, com beijos, com infinitos salmos e acordes.

Coma primeira aprendi o que é afeto,
Com a segunda descobri o que é viver,
Com a terceira pude degustar o vinho que é cultivado no céu
E fermentado no inferno.

Amei e fui amado,
Decepcionei e fui decepcionado,
Cantei fora de tom (desafinado),
Mas, valeu a pena viver lutando e morrer crucificado.

Mulheres são como chamas de fogo
Que ardem em sentimentos e alimentam nossa razão.
Mulheres são a partes inversas e perversas de um homem,
São exatamente aquilo que nos falta e nos completam.

Mulheres são como a poesia,
Como a espada cheia de sangue,
Como a voz lírica e a astucia espartana.
Mulheres são as costelas que faltam nos homens,
São os belos e deliciosos pesadelos,
São exatamente aquilo que não somos.












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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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