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8 de junho de 2014

uMa NoBrE fRaGiliDaDe




Foi estranho,
Foi minha primeira vez...
Foi o dia que me encontrei
E me franqueei de toda exatidão que habitava em sentimentos.

Foi voraz,
Foi ironia habitual,
Foi refujo nas armadilhas
E tantas perguntas ainda se deslocam sem respostas.

Foi e como foi ainda não sei bem;
Foi retorcendo e batendo a mandíbula,
Foram duas almas submergidas
E uma paz que o mundo ainda não foi capaz de desfrutar.

Foi por uma razão,
Foi lutando, mas incapaz de resistir.
Foi rasgando de baixo para cima
Como se de repente a mente sendo estuprada em praça publica.






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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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