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6 de setembro de 2014

Poemografia




Salários pagos com pecados
Arremessados entre abismos e pensamentos
Às vezes me faltam palavras e me sobram momentos;
Outras vezes, me falta o que escrever, transcrever, descrever e volto então a reescrever o
Futuro do pretérito de um passado imaginado e não vivido.

Mas, gosto muito disso;
Amo tudo isso,
Quero viver e morrer pela a razão que me desfaz e me faz existir.

Promessas habitadas por mãos desarmadas
Na inocência que de quem caminha e não conhece os perigos residentes na estrada.
Ah, sabe bem (acredito que não) que não sou esta imagem no espelho,
Sou feito de carne, mas também de pretextos;
Essencialmente de razão, alma, ossos, água e sentimentos...











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