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9 de janeiro de 2014

Colecionador de vidas, ou a Sina de um poeta por seus sentimentos sem sentidos.




Se vivo é porque sofro
Ou sofro porque vivo?
Um dia toda essa dor fará sentido!
Não me importa o que pensam,
Alguns chamam isso de “egoísmo”.
Que seja!
Pois, minha dor só eu que sinto!
Minha labuta é minha peleja
Minha dose, meu absinto.
A coragem é a realeza
Como o sabor do vinho tinto.
Dera-me ser um ator,
Mas não sou; não minto.
Se uma vírgula é letra
Não se faça de besta, nem de mal entendido.
Era ela tão bela que vinha na primavera...
Ah, era apenas um sonho tão lindo!
Agora preciso acordar para a realidade,
Pois a verdade é um afinco.
Talvez não entenda e nem compreenda
Nem um terço da reza ou da reza um quinto.
E faz diferença?
Qual seria a sentença para quem vive na estrada sem abrigo?
Quem não é contra nós, é por nós!
Estes são verdadeiros amigos.
É assim sigo...
Colecionando vidas
Como se um dia alguma eu tivesse tido.








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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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