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31 de dezembro de 2013

Volte ao avesso do que era.


Volte ao avesso do que era no silencio da espera;
Traga-me vinho e beijos salivantes.
O teu carinho espero, venero e é tudo que quero!
Basta-me o teu afeto e nada mais.
Pretendo suprir tua carência na abundancia do meu amor,
Absorver tua vida, tua alma, teu corpo e toda tua dor.
Dar-me um “filho” e em favor lhe darei os céus e a terra,
Seja minha esposa, minha amante, minha ancila concubina.
Mais, volte ao avesso do que era!








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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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