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6 de setembro de 2015

O medo

Enigmático, pragmático, sistemático – em outras palavras; prático.

Toda essa volúpia me conduz ao desejo de querer e ao mesmo tempo poder dizer não.  Há muito tempo não sou conduzido pelas as circunstancias, mas pelos meus ideais e pensamentos. Não é o dinheiro, o poder e o sexo que me corrompem – o medo talvez.

Mas por que logo o medo?

O temor de viver e saber que não sou imortal me espantam, me dói e deixa inconformado em viver simplesmente por viver.  Quero mais e sempre mais, e mais; sou alimentado pelos os sonhos e não pelos os desejos da minha carne. Amo e como amo a ideia de ser, de viver e não morrer.


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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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