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4 de dezembro de 2012

Pelo o que te faz melhor


Meu anjo azul; minha morte; minha rosa amarela; meu tudo; minha aquarela que não é meu mundo. Foge rumo ao impossível e faz transbordar meu coração de saudade e de alivio. Arremesse pedras em direção às janelas para cumprir a demanda da culpa. Gasto contigo minha vida, meu tempo e tudo que há de ruim e ao mesmo tempo precioso em mim. Julgaste-me pela aparência e condenaste o teu destino, fizeste da tua insegurança um talismã e da minha paciência uma cisterna cheia de adubos e palavras falsas. Melhor agora do que nunca, melhor ainda nunca beber e se envenenar deste cálice. A integridade que tenta manter é a mesma causa que encobri e não consegue entender. Volto agora ao meu passado e delicio das fotografias que ficaram – vai, vai e vai pelas as veredas ou quem sabe pelas as esquinas que pensava ter razão e te faz melhor.

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Todos os textos são autoria de Giliardi Rodrigues. Proibida a reprodução de qualquer texto sem prévia autorização do autor.

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